De acordo com o órgão, o gestor foi instado a se apresentar defesa nas investigações abertas pela Corte de Contas para apurar o caso, mas apenas afirmou se tratar de profissionais da área da saúde que estariam contratados em regime de plantões por meio de “contratos administrativos”.
Ele destacou ainda dificuldades de contratação de médicos para cidades do interior, como suposta justificativa para os elevados valores pagos – alguns receberam vencimentos superiores a R$ 45 mil mensais. (TCM)












