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Mostrando postagens com marcador PALMEIRAS. Mostrar todas as postagens
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Belezas da Chapada Diamantina são destaque em site canadense

FOTO: Reprodução/Photo Thinkstock 
O site jornalístico La Presse, do Canadá, publicou na última terça-feira (19) uma matéria sobre a Chapada Diamantina, tratando-a como “o diamante verde dos caminhantes”. O texto em francês fala sobre a aventura do repórter em Palmeiras, município da região. São relatadas características topográficas e históricas do Parque Nacional da Chapada Diamantina.

Segundo o site, “a vastidão da antiga cadeia de montanhas de 1,6 bilhões de anos é revelado para nós. Lenta mas seguramente, a ação da água tem esculpido vales estreitos, tornou-se o santuário do jaguar, tatu-canastra, tamanduá. Isso significa que desses castelos de rocha distantes nasce a vida, reduzindo a nossa existência para o que é: uma poeira no cosmos”.


Veja a matéria traduzida por aplicativo:

Chapada Diamantina, caminhantes diamante verde

(Palmeiras, Brasil) Depois de um trabalho longo e paciente, o nosso pequeno grupo de caminhantes atinge um promontório rochoso. Do outro lado do vale, imponentes montanhas tabela subir, majestoso e enigmática. Todo mundo tem uma respiração profunda, agarrou pelo maravilhoso espetáculo da natureza. Abaixo, um cordão de terra fina é perdido no horizonte, convidando-nos a continuar a explorar o Parque Nacional da Chapada Diamantina.

Difícil não se apaixonar com a região centro-leste do Brasil. A beleza deste território igualou o prazer de descobrir sua topografia acidentada. Montanhas com escarpas semelhantes a cidadelas antigos alternar com vales verdejantes com árvores floridas, caminho aleatório, caminhantes perceber quedas vertiginosas e cavernas no fascínio mágico. Impressão de pôr o pé no país das maravilhas é total.

O conto de fadas poderia ter tomado outro rumo. Até a sua criação em 1985, o parque tinha muitas aldeias dos cafeicultores cuja atividade estava ameaçando seus ecossistemas frágeis. Não foi até o colapso dos preços de grãos e a intervenção do Estado para preservar uma fração desta joia que deve o seu nome às importantes veias de diamante que se encontram sob o solo.

Um paraíso para caminhadas
Em uma área semelhante à do Parc National du Mont-Tremblant – 1.521 km² – o Diamantina Parque Chapada serve perfeitamente para as expedições a pé. Todos os dias, o povoado de Capão hospeda a sua quota de caminhantes que querem contemplar o Vale do Pati, uma parte do parque conhecida por suas paisagens espetaculares. “Esta rota é provavelmente o que é melhor em termos de migração no Brasil,” diz Claude Samuel, diretor da agência de ecoturismo Tatu na Trilha.

O original em francês, que viajou do continente sul-americano, caiu sob o encanto da natureza Chapada Diamantina, onde ele estabeleceu uma das primeiras agências de seu tipo na região há 25 anos. Sob os cuidados do nosso guia, o nosso grupo francófono pequena começa uma viagem de 55 km, que vai ser rico em maravilhas. Tendo forded um riacho, uma primeira ascensão sob a cobertura das aguarda Mata Atlântica. Assim que chegou em um vasto planalto habitado por arbustos e cactos, nós compreender a importância das belezas naturais da região, mas também do que ainda precisa ser feito!

A vastidão da antiga cadeia de montanhas de 1,6 bilhões de anos é revelado para nós. Lenta mas seguramente, a ação da água tem esculpido vales estreitos, tornou-se o santuário do jaguar, tatu-canastra, tamanduá e o bugio. Isso significa que esses castelos rocha distantes nasce a vida, reduzindo a nossa existência para o que é: uma poeira no cosmos. Só na estepe, nós avançar o coração alegre, com a única música do vento que varre a grama.

Uma caminhada na Chapada Diamantina é uma oportunidade para fugir da cidade para melhor atender. A atração para as distrações da vida moderna desaparece por magia para os prazeres simples de respirar o ar fresco da montanha ou mergulhar na água gelada de uma cachoeira.

No final da tarde, os pés e o chão para trás, nós deixamos cair o nosso saco em uma casa de família. Bêbado de cansaço, mas feliz como reis, nós compartilhamos uma refeição saudável sob um belo céu estrelado, antes de entrar em colapso em uma cama macia. Outro dia agitado pela frente amanhã.

O que ver?
O exterior do parque nacional tem muitos sítios naturais a não perder, como o Poço Azul, uma caverna com águas cristalinas onde a luz solar vem criar um show de sonho. Para uma visão panorâmica da área, subir o Morro do Pai Inácio, 1120 m de altura e facilmente acessível a partir da estrada 242. Os pontos de interesse estão longe um do outro, muitas agências de Lençóis e Palmeiras passeios de um dia de oferta motorizados.

O guia, sem parque
Embora a maioria dos visitantes manter os serviços de um guia, é possível se aventurar sozinha no parque desde que tenha o tempo à frente. Na ausência de sinais, os caminhantes devem trazer um mapa da trilha e uma bússola. Além disso, os regulamentos do parque de campismo proibir e iluminação incêndios.

Como chegar lá?
Bus, Real Expresso/Rápido Federal organiza quatro saídas diárias para a Chapada Diamantina partem Salvador. Contagem de sete horas para chegar a Lençóis e oito horas para o Palmeiras. A partir desta cidade, chega-se ao povoado de Capão Dolmus por má estrada de terra. A companhia aérea Azul oferece ligação Salvador-Tanquinho (60 km de Lençóis) duas vezes por semana.
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Chapada: ICMBio realizará cursos para formar brigadistas em Palmeiras e Ibicoara

A partir da próxima segunda-feira (25) até o dia 4 de maio estarão abertas as inscrições para os cursos de brigadistas do Instituto Chico Mendes de Preservação da Biodiversidade (ICMBio), do Parque Nacional da Chapada Diamantina. Serão realizadas duas edições dos cursos, uma em Palmeiras no período de 9 a 13 de maio, e outra em Ibicoara no período de 16 a 20 de maio.

As inscrições podem ser feitas presencialmente na sede do Parque Nacional da Chapada Diamantina em Palmeiras ou pelos telefones (75)3332-2310/(75)3332-2418. O curso irá formar brigadistas e também selecionar os integrantes da brigada do Parque Nacional de 2016/2017. Os interessados devem ter mais de 18 anos, não ter trabalhado para o ICMBio ou IBAMA-Prevfogo nos últimos 3 anos. As informações são do ICMBio.
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Chapada Diamantina: Órgãos públicos embargam obra na trilha entre Capão e Lençóis

Na última terça-feira (19) uma operação conjunta entre a prefeitura de Palmeiras, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental/Lençóis (Cippa) e da Guarda Municipal de Palmeiras embargou obra irregular de uma casa que estava sendo erguida dentro da área do Parque Natural Municipal do Boqueirão, às margens da trilha Vale do Capão-Lençóis. A fiscalização foi desencadeada pela mobilização da sociedade civil organizada, através de manifestação assinada por seis associações requerendo ao poder público providências para apurar denúncias de ocupação irregular no Vale do Capão feitas por moradores e turistas.

Assinaram o requerimento o Grupo Ambientalista de Palmeiras (GAP) e as associações de Pais, Educadores e Agricultores de Caeté-Açu (Apea-CA), de Condutores de Visitantes do Vale do Capão (ACV-VC), de Apicultura do Vale do Capão (Flor Nativa), dos Moradores da Campina e Associação Comercial do Turismo Auto Sustentável do Distrito de Caeté-Açu (Acomtuv). Além de dois embargos, um por infração ambiental e outro por falta de alvará para construção, foi expedida uma multa no valor de R$ 6 mil por “danificar vegetação nativa, objeto de especial preservação, não passível de autorização para exploração ou supressão.”

Os autuados alegam que já detinham a titularidade da propriedade da área em questão antes da criação do Parque e terão prazo de 20 dias para formalizar a defesa tanto na esfera federal quanto na municipal. Para os órgãos de fiscalização ambiental, entretanto, independentemente da veracidade dessa informação fundiária, qualquer intervenção em área decretada como Parque Natural Municipal precisa de prévia autorização do órgão responsável pela sua gestão, cuja ausência já caracteriza, por si só, uma infração ambiental passível de multa, embargo, além de outras sanções.

O Parque Natural Municipal do Boqueirão foi criado através do Decreto Municipal 224, de 11 de maio de 2015, e abrange uma área de 153 hectares, tendo como limites o Córrego da Conceição (Norte), o Parque Nacional da Chapada Diamantina (Leste), o Riachinho e a RPPN Córrego dos Bois (Sul) e a Comunidade da Campina (Oeste). Com informações da Ascom da prefeitura de Palmeiras.
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Feriadão chegando é hora de curtir as maravilhas da região da Chapada Diamantina

O feriado de Tiradentes, no dia 21 de abril, está chegando e muita gente deve “enforcar” a sexta-feira (22). Quem fizer isto poderá passar mais tempo curtindo as belezas da Chapada Diamantina. Serão quatro dias de folga, ideal para escapar da agitação da cidade grande. Com atrações saborosas para os amantes de natureza, o Parque Nacional da Chapada Diamantina (PNCD) é formado por 152 mil hectares de preservação ambiental. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação Ambiental (ICMBio), e é um dos maiores parques de preservação do país fora da região Amazônica.


A Chapada Diamantina é um dos principais destinos ecoturísticos do país, tendo, também, grande repercussão no turismo internacional. Parte desse poder de atração da região é devido a sua privilegiada geomorfologia, repleta de cânions, montanhas, cachoeiras, cavernas e as chapadas, propriamente ditas.

No próprio Parque, por exemplo, ocorrem regiões com 480m de altitude que contrastam com picos de mais de 1700m, além da segunda mais alta queda d’água do país, a Cachoeira da Fumaça, que fica no município de Palmeiras, com trilha pelo Vale do Capão. A recente melhora da infraestrutura turística, a abertura de hotéis de elevado padrão e a construção de um aeroporto (Tanquinho de Lençóis) facilitou a atuação de empresas de turismo receptivo.

Hoje, brasileiros e estrangeiros visitam as cavernas, cachoeiras, rios, vales e montanhas. Muitos procuram a região para praticar esportes como escaladas, off-road, rapel, mountain bike, tirolesa, rafting, bungee-jump, cavejump e caiaque, sempre praticados em cartões-postais da Chapada Diamantina, como o Morro do Camelo e a Cachoeira do Buracão. Os sítios que foram quilombos atraem turistas interessados em conhecer pratos típicos e festas populares. Artistas plásticos, esotéricos e pessoas que buscam “contatos imediatos” com extraterrestres também visitam o local.
FOTO: Rodrigo Galvão



Alguns lugares para visitar
A cidade de Mucugê é tombada como patrimônio nacional pelo Instituto Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e foi construída nas margens da Serra do Sincorá. O seu principal destaque é o Parque Municipal de Mucugê, onde está localizado o Parque Sempre-Viva, projeto bem sucedido de educação e preservação ambiental, além do Museu Vivo do Garimpo. Já Igatu é um distrito que pertence ao município de Andaraí e fica localizado entre a sede e Mucugê.

FOTO: Maria Vieira
O vilarejo também é tombado como patrimônio nacional pelo Iphan e possui diversos atrativos especiais, como a Galeria Arte e Memória, um museu a céu aberto, que guarda utensílios do garimpo e dos escravos, e as seis cachoeiras ao seu redor, ideais para a prática do trekking e da escalada. Além de ser um dos locais por onde passa a famosa Estrada Real.

A maioria dos turistas que já fez o percurso do Vale do Pati afirma que é um dos melhores e mais bonitos roteiros da Chapada Diamantina. O Pati fica no meio do Parque Nacional da Chapada, entre os municípios de Andaraí e Mucugê, e possui três vias principais de acesso para começo e término da travessia: Vale do Capão, Guiné e Andaraí.

Este trekking se caracteriza por caminhadas em extensas áreas planas, com alguns momentos de subidas e descidas íngremes e passagens por leitos de rios. A cada instante o trilheiro se depara com morros deslumbrantes e enormes, rios magníficos, cachoeiras exuberantes que fazem compreender e admirar a magnitude da natureza local. Aproveite o feriadão na Chapada Diamantina.

Do Jornal da Chapada
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Chapada Diamantina: Município de Palmeiras está entre áreas fiscalizadas pelo Ipac

O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac) tem fiscalizado as áreas de importância histórico-arquitetônica e urbanística protegidas legalmente pelo Estado da Bahia e o centro histórico da cidade de Palmeiras, na Chapada Diamantina, está entre elas, juntamente com os de Caetité e Cipó. “Além de obras de restauro em parceria com prefeituras, dioceses e comunidades, e projetos que beneficiam esses espaços, monitoramos essas áreas para evitar depredação ou descaracterização da arquitetura e do traçado urbano”, alerta o diretor geral do Ipac, João Carlos de Oliveira.
FOTO: José Carlos Matta
Dentre as fiscalizações do Ipac, foram encontradas descaracterizações na poligonal de tombamento do centro histórico de Palmeiras. “Encontramos postes em locais inadequados que criam impacto no conjunto arquitetônico-urbanístico”, conta a arquiteta do órgão, Lígia Larcher. Os postes foram instalados pela Coelba na Praça Souto Soares e Rua Benjamim Constant. O Ipac notificou a empresa extrajudicialmente e em fevereiro deste ano, quando aconteceu reunião com representantes da Coelba. A presidência da Coelba já foi informada e se comprometeu a tomar as providências de relocação do poste sob orientação dos especialistas.

A Área de Proteção Rigorosa de Palmeiras tem limites nas ruas Barão do Rio Branco, Carlos Torres, Benjamin Constant, Coronel Afonso, Manoel Vitorino, 24 de Outubro, 13 de Maio, A. José Marcelino, Luiz Viana, Travessa Dr. José Gonçalves, além das ruas do Campo de Futebol, paralela da Praça Dr. José Gonçalves, Rui Barbosa, até o encontro com a Rua Barão do Rio Branco.

Serviço
Qualquer pessoa pode denunciar ações em áreas tombadas pelo Estado. Através das prefeituras locais, ou via cartas à direção geral (Rua Saldanha da Gama, nº25, Praça da Sé, Cep.40020-246, Salvador) ou, ainda, via Ouvidoria do IPAC (ouvidoria.ipac1@ipac.ba.gov.br) e telefone (71) 3117-6494. Com informações do Ipac.
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Chapada Diamantina: Município de Palmeiras está entre áreas fiscalizadas pelo Ipac

O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac) tem fiscalizado as áreas de importância histórico-arquitetônica e urbanística protegidas legalmente pelo Estado da Bahia e o centro histórico da cidade de Palmeiras, na Chapada Diamantina, está entre elas, juntamente com os de Caetité e Cipó. “Além de obras de restauro em parceria com prefeituras, dioceses e comunidades, e projetos que beneficiam esses espaços, monitoramos essas áreas para evitar depredação ou descaracterização da arquitetura e do traçado urbano”, alerta o diretor geral do Ipac, João Carlos de Oliveira.
FOTO: José Carlos Matta


Dentre as fiscalizações do Ipac, foram encontradas descaracterizações na poligonal de tombamento do centro histórico de Palmeiras. “Encontramos postes em locais inadequados que criam impacto no conjunto arquitetônico-urbanístico”, conta a arquiteta do órgão, Lígia Larcher. Os postes foram instalados pela Coelba na Praça Souto Soares e Rua Benjamim Constant. O Ipac notificou a empresa extrajudicialmente e em fevereiro deste ano, quando aconteceu reunião com representantes da Coelba. A presidência da Coelba já foi informada e se comprometeu a tomar as providências de relocação do poste sob orientação dos especialistas.

A Área de Proteção Rigorosa de Palmeiras tem limites nas ruas Barão do Rio Branco, Carlos Torres, Benjamin Constant, Coronel Afonso, Manoel Vitorino, 24 de Outubro, 13 de Maio, A. José Marcelino, Luiz Viana, Travessa Dr. José Gonçalves, além das ruas do Campo de Futebol, paralela da Praça Dr. José Gonçalves, Rui Barbosa, até o encontro com a Rua Barão do Rio Branco.

Serviço
Qualquer pessoa pode denunciar ações em áreas tombadas pelo Estado. Através das prefeituras locais, ou via cartas à direção geral (Rua Saldanha da Gama, nº25, Praça da Sé, Cep.40020-246, Salvador) ou, ainda, via Ouvidoria do IPAC (ouvidoria.ipac1@ipac.ba.gov.br) e telefone (71) 3117-6494. Com informações do Ipac.
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Chapada: Acesso ao Capão é castigado por chuvas; Cachoeiras aumentam de volume

A via que liga Palmeiras ao distrito de Caeté-Açu, onde fica o Vale do Capão, na Chapada Diamantina, está com acesso difícil. O estado da pista piorou por conta das chuvas que também caíram na região nos últimos dias. Moradores e turistas fizeram registros da estrada e criticaram a falta de providência por parte do estado e da prefeitura. Segundo o Jornal da Chapada, moradores relataram que no último fim de semana apenas carros com tração 4×4 e pick-ups passavam na pista. Sobre o fato, a prefeitura de Palmeiras informou que a estrada já passou por melhorias. Mas as chuvas não trouxeram apenas problemas. Por conta do volume que caiu na região, as cachoeiras do Riachinho, Rio Preto, Angélica, Duendes, Purificação, Batista e Fumaça encheram. BN
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Chapada: Croata desaparece no Vale do Capão

Foto: Divulgação / PF
Um homem de origem croata está desaparecido na Chapada Diamantina. Sandro Pitcek, de 38 anos, foi visto pela última vez na noite de Natal, no dia 24 de dezembro, quando esteve no Vale do Capão, município de Palmeira, com a companheira brasileira e a filha do casal. Segundo informações da Polícia Federal (PF), a partir da data, Sandro não se comunicou com a família nem responde a e-mails. Familiares disseram que esse não é um comportamento de Sandro. Ainda segundo a PF, o desaparecido estava de posse de um veículo Renault Logan cinza escuro, que deveria ter sido devolvido à locadora no dia 9 de janeiro.  Foi informado também que Sandro conhece bem a região e costuma vir anualmente para passar alguns meses na região. Qualquer notícia sobre o paradeiro do croata pode ser comunicada à representação da Interpol na Bahia, através dos telefones (71) 3338-4589 / 4568 / 4550, ou pelo e-mail interpol.srba@dpf.gov.br. (Bahia Notícias)
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Chuvas ajudam a combater fogo na Chapada e turismo continua afetado

(Foto: Vinícius Silva/Vinny Publicidade)
As chuvas que têm caído na Chapada Diamantina desde o domingo (3) tem ajudado no combate aos focos de incêndio da região. Segundo informações da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), na terça-feira (5) será realizado o voo de monitoramento para avaliar a extensão dos focos após as chuvas.
De acordo com a Sema, equipes de combate ao incêndio estiveram no Morro do Camelo, que fica entre Lençóis e Palmeiras, no último domingo, e o fogo foi contido. Em Ibicoara, também há focos, mas não há precisão da extensão. Outros dois focos de incêndio estão localizados no Morro Branco e em Paridas, em Lençóis.
A Sema informou que cinco helicópteros e seis aviões atuam no combate aos incêndios na região da Chapada Diamantina. Além dos aviões, brigadas da Bahia e de Pernambuco, além de equipes do Corpo de Bombeiros da Bahia e do Distrito Federal (DF), atuam no combate ao fogo, que voltou a consumir áreas de vegetação na Chapada Diamantina.
Em entrevista ao G1, na tarde de domingo, o chefe-substituto do Parque Nacional, César Gonçalves, destacou que a falta de chuva e o clima seco colaboram com a proliferação das chamas. "Em dezembro, choveu apenas 20% em relação à média histórica. Em novembro, apenas 15%", detalhou sobre o cenário local.

O chefe-substituto do Parque Nacional da Chapada Diamantina contou que o fogo que ressurgiu não ameaça casas da região, mas provoca graves danos à "vegetação de cerrado, aos campos rupestres e às áreas de floresta".
Foto: Site Vinny Publicidade

Turismo afetado
Por causa dos incêndios na região, o turismo acabou sendo afetado, e a taxa de ocupação de hotéis e pousadas ficou, na maioria dos locais, abaixo da média dos últimos anos. Segundo Ney Paulo, gerente do hotel Canto das Águas, em Lençóis, a ocupação do estabelecimento para os festejos de fim de ano ficou em 60%. "Geralmente é 100% no réveillon", destaca. "Janeiro inteiro também é um período de alta demanda, mas foram feitos vários cancelamentos. Estamos na expectativa de que, com as chuvas, o cenário se reverta", acrescentou.
Na Pousada do Capão, em Palmeiras, a ocupação também foi abaixo do esperado. "Temos 31 quartos, mas apenas 60% foram reservados para o fim de ano", afirma Jean Souza, que trabalha na recepção do estabelecimento. "Normalmente a ocupação fica entre 90% e 100%. O que mais teve foi gente que marcou e depois cancelou, com medo do fogo", diz. No início de dezembro, levantamento do G1 já tinha mostrado redução de até 50% nas reservas em hotéis e pousadas da Chapada.

A exceção foi a cidade de Ibicoara. De acordo com Tatiana Portela, secretária de Turismo do município, os incêndios não interferiram no turismo local, no período do fim do ano. "Fiquei até preocupada, porque a secretaria estava voltada para o combate dos focos, e o parque estava cheio de turista", afirmou em entrevista ao G1. Para a secretária, um dos motivos é que a grande atração da cidade, a Cachoeira do Buracão, não foi afetada pelos incêndios.
Conceição Useda, dona da pousada Flor de Lótus, em Ibicoara, confirmou a informação da secretária. "Ficamos surpresas. A ocupação foi acima do esperado. Tivemos 100% dos quartos reservados e já está tudo fechado para o carnaval", afirmou. Ela também credita o movimento na cidade à Cachoeira do Buracão, mas, além disso, Conceição diz manter os clientes informados sobre a situação dos incêndios. "Mantenho contato com hospedes e digo: 'Pode vir, porque as atrações estão abertas. Ou se tivesse fechado, eu diria também: 'Não venha, vamos remarcar para outro período'", conta.

Fogo
Focos de incêndio voltaram a atingir áreas de vegetação em cidades na Chapada Diamantina, região turística da Bahia que teve milhares de hectares destruídos pelo fogo nos últimos meses do ano.
Segundo informações da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, na tarde de sexta-feira (1º), ressurgiram focos, principalmente, na área que pertence ao município de Ibicoara. Também há registro de focos em Mucugê.
"A área que mais preocupa é Ibicoara porque é onde há uma situação muito insistente do fogo. E hoje [sábado, 2] tomou uma proporção maior", afirmou o secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Espengler. Áreas urbanas não foram afetadas pelas chamas, mas é possível ver a fumaça a quilômetros de distância.
Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros

Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros


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Chapada: Motorista morre em acidente com caminhão no município de Palmeiras

Aconteceu hoje (27), por volta das 15:00 horas, um acidente com um caminhão carregado de pimentão e tomate, na curva antes da entrada do povoado de Campos do Jordão município de Palmeiras. o motorista morreu no local. o caminhão de placa de Alagoas seguia sentido a Salvador, a identidade do homem e as causas do acidente ainda são desconhecidas. 
Fonte e foto: Jornal Seabra
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Chapada Diamantina: Motorista morre em acidente com caminhão no município de Palmeiras

Aconteceu hoje (27), por volta das 15:00 horas, um acidente com um caminhão carregado de pimentão e tomate, na curva antes da entrada do povoado de Campos do Jordão município de Palmeiras. o motorista morreu no local. o caminhão de placa de Alagoas seguia sentido a Salvador, a identidade do homem e as causas do acidente ainda são desconhecidas. 
Fonte e foto: Jornal Seabra
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Principais focos de incêndio na Chapada são controlados, diz analista

(Foto: Cabo BM Mota/ Ten BM Vanessa/ Assessoria de Comunicação dos Bombeiros Militar)
Os incêndios de Machombongo, no município de Ibicoara, e da Serra do Veneno, entre os municípios de Palmeiras e Lençóis, na região da Chapada Diamantina, sofreram um retrocesso ao longo desta segunda-feira (21). Os locais eram os pontos de maior preocupação por parte dos brigadistas e, segundo informações do Instituto Chico Mendes (ICMBio), tiveram o fogo controlado.
Segundo Marcela de Marins, analista do ICMBio, o progresso desta segunda-feira foi animador. “Os dois pontos ainda apresentam algum perigo, mas já estão em fase de monitoramento. Foi um grande avanço em relação ao que vinha acontecendo nos últimos dias”, contou.
Ainda de acordo com Marcela, a trilha da Gruta do Lapão, em Lençóis, já está liberada para visitação, e a perspectiva é de que as outras três trilhas suspensas: Fumacinha, Véu de Noiva e Cachoeira da Fumaça, sigam o mesmo caminho nos próximos dias.
Em contato com o G1, o Secretário do Meio Ambiente de Lençóis, Andrés Iglesias, comentou sobre o possível fim dos incêndios. “Se continuar no cenário atual, acredito que tudo pode ser resolvido nos próximos dias, e espero que isso realmente aconteça, porque todos já estão exaustos com essa situação”, resumiu o secretário.
Mesmo sem chuva no fim de semana, mais de 135 bombeiros estiveram em ação nos últimos dias. Entre eles estão 47 brigadistas da Defesa Civil Nacional, que chegaram na região na última quarta-feira (16).
(Foto: Maj BM Vianey/Corpo de Bombeiros Militar)

Os incêndios 
Cinquenta e um mil hectares de vegetação foram devastados nos três últimos meses pelo fogo na região da Chapada Diamantatina, na Bahia. O número equivale a aproximadamente 3.500 estádios do Maracanã. Do total, 15 mil hectares atingidos pelas chamas ficam dentro do Parque Nacional, que é uma área de preservação ambiental que abrange seis municípios.
O dado foi divulgado ao G1 pelo secretário estadual de meio ambiente do estado, Eugênio Spengler, e corresponde ao período entre 11 de setembro e 4 de dezembro. "Além do Parque, o restante da área atingida está distribuído em várias regiões como Rio de Contas, Andarai, Ibicoara, Barra da Estiva, Morro do Chapéu", disse.
De acordo com Spengler, um novo levantamento por georreferenciamento sobre a área atingida e os prejuízos causados à fauna e à flora local só deve ser realizado quando o incêndio for totalmente debelado. A destruição de orquídeas, a morte de animais e impacto sobre nascentes são apontados como as principais consequências do incêndio.
"Assim que desafogarmos o combate, complementaremos a informação a respeito da área queimada e da estimativa de prejuízos econômicos. Vamos tentar identificar culturas que podem ter sido atingidas e tentar mensurar, com maior detalhamento possível, impacto sobre fauna, flora e número de nascentes de rio atingidos.", destacou.
Apesar da proximidade das festas de fim do ano, como o réveillon, a farta rede de hospedaria da Chapada, destino de turismo de aventura mundialmente conhecido, sente a redução do número de visitantes devido aos incêndios. Proprietários dos principais hotéis e pousadas da região afirmam que tiveram baixa de até 50% nas reservas, em comparação com o ano passado.
O secretário informou que o trabalho de combate ao fogo conta com mais de 150 militares da Bahia e do Distrito Federal. "Temos média de 150 militares e de 50 brigadistas voluntários que se somam ao esforço de combate. São mais de 35 dias combatendo. Agora, o combate está em Lençóis, Palmeiras e na região do Morro Branco. Há focos em Ibicoara, Andaraí, na região das Paridas e dentro da APA Iraquara. Essa região [APA Iraquara] tem bastante patrimônio histórico, como pinturas rupestres. É um sitio arqueológico e, além disso, são regiões de difícil acesso", destacou o secretário.Bombeiro sobrevoa área queimada em Lençóis. (G1 - Bahia)


(Foto: Portal Chapada)
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Fogo continua em Ibicoara, Lençóis e Palmeiras, diz analista ambiental

Os focos de incêndio continuam e, em alguns pontos, avançam na região da Chapada Diamantina, na Bahia, nesta terça-feira (15). Vanessa Matos, da assessoria do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia, informou que a corporação atua na região com 106 bombeiros voluntários e que mais uma tropa vinda de Brasília deverá desembarcar na região nesta terça para ajudar no combate às chamas.
Na segunda-feira (14), segundo Vanessa, as equipes conseguiram controlar o fogo na área da Cachoeira da Fumaça. Nesta terça, está sendo realizado o rescaldo, e o ponto de visitação deverá ser reaberto ao final dos trabalhos. O secretário de meio ambiente da Bahia, Eugênio Sppengler, disse que irá se reunir nesta tarde com o governador Rui Costa para falar sobre a situação na Chapada.
Segundo Marcela de Marins, analista ambiental do Parque Nacional da Chapada, um foco foi extinto na reguião da Gruta do Lapão, em Lençóis, mas outro surgiu na Serra do Veneno, no mesmo município. "Esse novo foco surgiu perto do Rio Ribeirão, mas as equipes já estão concentadas, realizando o combate", destacou, em contato com o G1.

No município de Palmeiras, o foco de incêndio na área do Morro Branco, que já tinha sido dado pelos brigadistas como controlado, aumentou e, conforme Marcela, o fogo segue em direção à área que compreende o Rio Capivara.

Já na cidade de Ibicoara, ainda segundo a analista ambiental, ocorreu o agravamento do incendio na área de floresta na região próxima à Mata do Baixão, povoado que fica no sul do Parque Nacional da Chapada. A secretária de turismo de Ibicoara, Tatiana Portela, disse que o fogo que atinge a região há cerca de 10 dias foi ocasionado pela queda de raios.
Ela disse que dois locais que são atrativos para visitação, as regiões da Fumacinha e Véu de Noiva, permanecem interditados. Os demais pontos turísticos no município não foram atingidos.
"Os focos surgiram por causa de raios durante as últimas chuvas. Foram ao todo três raios que caíram na região e acabaram ocasionando esse incêndio. Há alguns dias, conseguimos controlar, mas como é area de mata atlântica extensa e devido as altas temperaturas, o fogo voltou. A situação está complicada. A Chapada está em estado de risco eminente", afirma.

Ainda conforme a secretária, a preocupação dos brigadistas é tentar novamente controlar as chamas para impedir que o fogo avance sobre a comunidade. "Á área de mata onde ocorre o inêndio tem proximidade da comunicade. Caso não for debelado, o fogo pode avançar no sentido da comunidade Mata do Baixão. Mas tem bastante gente combatendo. Temos brigadistas do ICMBio, da cidade de Barra da Estiva e brigadistas locais", destacou.

Defesa Civil
Para ampliar o combate ao incêndio na Chapada Diamantina, o Governo da Bahia irá encaminhar para a região 47 brigadistas da Defesa Civil Nacional na quarta-feira (16). Na segunda (14), a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) contratou mais dois helicópteros para utilização na luta contra o fogo na Chapada. O primeiro chegou à cidade de Jacobina e o outro tem previsão de iniciar a operação nesta terça (15).
O governo também já havia investido R$ 500 mil na compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para atender brigadistas voluntários no combate ao fogo. Atualmente, a operação coordenada pelo governo por meio do programa Bahia Sem Fogo conta com 60 bombeiros militares, 40 brigadistas, oito peritos, quatro veículos tracionados, cinco helicópteros e seis aviões.
A Secretaria de Comunicação informou que o governo estadual já foi notificado sobre a decisão judicial que determina o oferecimento de itens específicos para o combate ao fogo na região. Nesta terça, o governo informou que a Procuradoria Geral do Estado avalia se as condições pedidas pela Justiça já foram atendidas.


Combate ao fogo

A Brigada Voluntária do Vale do Capão, em Palmeiras, informou que os brigadistas estão desde a manhã desta terça-feira na Serra da Larguinha e em Boqueirão, com o objetivo de analisar o risco do incêndio que já foi controlado retornar.
De acordo com a associação de guias, atrás do Morro Branco ainda existem diversos pequenos focos de incêndio, mas nenhum deles ameaça o Vale do Capão. Outro foco, que está sem controle, segue atrás da Serra da Moitinha para a região do rio Ancorado.
A brigada também informa que na Serra do Palmital também existe uma grande linha de fogo, em um local de difícil combate, que segue para o Córrego da Muriçoca e para o rio Capivara. Do G1.
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Palmeiras decreta estado de emergência devido aos incêndios que atingem Vale do Capão

(Foto: Reprodução/Associação de Condutores do Vale do Capão)
O município de Palmeiras, na região da Chapada Diamantina, decretou estado de emergência nesta sexta-feira (11) devido aos incêndios florestais que atingem a localidade do Vale do Capão. O decreto deve ser publicado ainda nesta sexta-feira (11) no Diário Oficial do Município.

"Decretamos estado de emergência para conseguir mais apoio dos governos do estado e federal", explicou a secretária de governo, Diamile Novaes. Ainda segundo a secretária, o prefeito do município Adriano de Queiroz Alves viajou para Salvador hoje para tentar uma reunião com o secretário do Meio Ambiente do Estado da Bahia, Eugênio Spengler. "Ele vai tentar falar com o secretário para formalizar o pedido de ajuda ainda hoje", afirma.

Com uma população de cerca de 1.500 pessoas, o distrito de Caeté-Açu, conhecido como Vale do Capão, fica no município de Palmeiras, um dos atingidos com os incêndios florestais. Conforme Diamile, a prefeitura tem auxiliado os brigadistas com carro-pipa, logística, materiais e alimentação. "O município é muito pequeno. Não temos a estrutura de um Corpo de Bombeiros, por exemplo. Utilizamos os bombeiros de Lençóis", explica.

Atualmente, segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), há dois focos grandes em Palmeiras: um na região da Cachoeira da Fumaça e outro nas proximidades da Cachoeira do 21, ambos no Vale do Capão. "Os dois focos estão muito fortes e preocupantes", conta o chefe do Parque Nacional da Chapada Diamantina, César Gonçalves.

Na manhã desta sexta-feira, brigadistas voluntários fizeram um aceiro no Vale do Capão, ou seja, a retirada da mata no terreno em volta da cidade para impedir que o fogo se propague. "Só o aceiro pode segurar o fogo. Porque se chegar aqui, as chamas diminuem e dá para a gente apagar. Se não der certo, a gente não tem mais o que fazer", afirmou Tairo Augusto Ribeiro, chefe da brigada voluntária do Capão.


Ainda por causa dos incêndios, a trilha que dá acesso à Cachoeira da Fumaça segue interditada. A trilha foi fechada na última terça-feira (8) devido às altas temperaturas no local. A medida foi tomada em parceria pelo ICMBio, que administra o Parque Nacional da Chapada Diamantina, e pela Associação dos Condutores de Visitantes do Vale do Capão (ACV-VC). (Correio*)
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Palmeiras decreta estado de emergência devido aos incêndios que atingem Vale do Capão

(Foto: Reprodução/Associação de Condutores do Vale do Capão)
O município de Palmeiras, na região da Chapada Diamantina, decretou estado de emergência nesta sexta-feira (11) devido aos incêndios florestais que atingem a localidade do Vale do Capão. O decreto deve ser publicado ainda nesta sexta-feira (11) no Diário Oficial do Município.

"Decretamos estado de emergência para conseguir mais apoio dos governos do estado e federal", explicou a secretária de governo, Diamile Novaes. Ainda segundo a secretária, o prefeito do município Adriano de Queiroz Alves viajou para Salvador hoje para tentar uma reunião com o secretário do Meio Ambiente do Estado da Bahia, Eugênio Spengler. "Ele vai tentar falar com o secretário para formalizar o pedido de ajuda ainda hoje", afirma.

Com uma população de cerca de 1.500 pessoas, o distrito de Caeté-Açu, conhecido como Vale do Capão, fica no município de Palmeiras, um dos atingidos com os incêndios florestais. Conforme Diamile, a prefeitura tem auxiliado os brigadistas com carro-pipa, logística, materiais e alimentação. "O município é muito pequeno. Não temos a estrutura de um Corpo de Bombeiros, por exemplo. Utilizamos os bombeiros de Lençóis", explica.

Atualmente, segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), há dois focos grandes em Palmeiras: um na região da Cachoeira da Fumaça e outro nas proximidades da Cachoeira do 21, ambos no Vale do Capão. "Os dois focos estão muito fortes e preocupantes", conta o chefe do Parque Nacional da Chapada Diamantina, César Gonçalves.

Na manhã desta sexta-feira, brigadistas voluntários fizeram um aceiro no Vale do Capão, ou seja, a retirada da mata no terreno em volta da cidade para impedir que o fogo se propague. "Só o aceiro pode segurar o fogo. Porque se chegar aqui, as chamas diminuem e dá para a gente apagar. Se não der certo, a gente não tem mais o que fazer", afirmou Tairo Augusto Ribeiro, chefe da brigada voluntária do Capão.


Ainda por causa dos incêndios, a trilha que dá acesso à Cachoeira da Fumaça segue interditada. A trilha foi fechada na última terça-feira (8) devido às altas temperaturas no local. A medida foi tomada em parceria pelo ICMBio, que administra o Parque Nacional da Chapada Diamantina, e pela Associação dos Condutores de Visitantes do Vale do Capão (ACV-VC). (Correio*)
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Bonito participa do 2º seminário Seminário de Apicultura do Projeto APIS Chapada em Palmeiras-BA

A Secretaria de Agricultura de Bonito está participando do 2º Seminário de Apicultura do Projeto APIS Chapada que começou nesta quinta (10) e segue na sexta (11) e no sábado (12), no município de Palmeiras (BA).
O segundo seminário visa a melhoria da qualidade e da produção de mel em toda região. A participação dos produtores e orientadores contribuirá com conhecimentos que ajudarão a desenvolver na produção do mel de qualidade.

O secretário Márcio Cunha falou da grande necessidade de eventos de qualidade como esse, da importância do mesmo para o município e agradeceu o empenho dos participantes e equipe organizadora.
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Lençóis/Palmeiras: Incêndio de grande proporção atinge pontos turísticos na Chapada Diamantina

Novos focos de incêndio atingem a Chapada Diamantina, na Bahia. As chamas começaram nesta quinta-feira, (12) no rio Mucugezinho, que faz divisa entre as cidades de Lençóis e Palmeiras, e continuam nesta sexta  (13).

De acordo com o chefe substituto do Parque Nacional da Chapada Diamantina, César Gonçalves, “o incêndio é de grande proporção e preocupa bastante”. Há diversos focos espalhados pela região, sendo que dois são combatidos, mas em outros dois locais brigadistas não conseguiram chegar, já que as áreas são de difícil acesso.

As chamas avançaram em direção ao Vale do Cercado, que fica próximo do Morro do Pai Inácio, famoso ponto turístico da região. O fogo se aproximou de casas, mas foi controlado.

Por conta do incêndio, César Gonçalves não recomenda o acesso a trilha entre Lençóis e o Morro do Pai Inácio. Os outros roteiros turísticos ficam distantes das áreas afetadas pelo fogo.

As chamas também atingiram uma outra localidade conhecida como Ponem, onde há diversos brigadistas tentando debelar o fogo.

O incêndio chegou a atingir a margem da BR-242, que foi interditada diversas vezes nesta quinta, mas as chamas foram contidas. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a situação está controlada na rodovia e a visibilidade na estrada não está comprometida.

Fogo

Diversos focos de incêndio foram registrados na Chapada Diamantina nos últimos dias. Uma das situações mais grave atingiu a cidade de Ibicoara, onde o fogo começou no domingo, 8, e se alastrou rapidamente. Mas, após uma neblina, a situação foi contida.

A secretária de Turismo de Ibicoara, Tatiana Portela, disse que surgiram novos focos, mas a situação está controlada. “Aparece um ponto ou outro, mas é normal quando há um incêndio da proporção como aconteceu em Ibicoara. Então, sempre tem rescaldo, estamos monitorando, mas o fogo está controlado”.

Também houve registro de incêndio no Vale do Capão. De acordo com César Gonçalves, o fogo continua nessa região em áreas de turfa (material de origem vegetal, parcialmente decomposto).

“Ainda há pequenos focos dentro de vales, em áreas de turfa, onde a terra está pegando fogo. Não há como apagar, vai queimar ao longo dos dias até que chova”, disse. A preocupação agora é monitorar para evitar que as chamas se alastrem para outros locais.

Gonçalves ainda alerta que os incêndios na Chapada são criminosos. “Só é natural quando tem tempestade com raio, o que não aconteceu”, explicou. Mas depois que o fogo é iniciado por alguém, os ventos fortes, ar seco e clima quente favorecem a propagação das chamas.
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