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Mostrando postagens com marcador JUSTIÇA. Mostrar todas as postagens
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MPF pede condenação do Exército por morte da onça Juma

O Ministério Público Federal do Amazonas (MPF-AM) entrou com uma ação na Justiça para que o Exército seja impedido de usar animais silvestres em eventos públicos e ainda seja condenado a pagar indenização pela morte da onça Juma. No dia 20 de junho, a onça participou da cerimônia de revezamento da Tocha Olímpica no Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), em Manaus. Após o evento, a onça se soltou das correntes. Para tentar capturá-la, de acordo com relatório do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), foram disparados quatro dardos com tranquilizantes, mas apenas um atingiu o animal, que avançou nos militares. Para garantir a segurança dos militares presentes no local, foram efetuados dois disparos de pistola que atingiram a cabeça do felino.

De acordo com o MPF, o Ipaam informou que a onça Juma foi apresentada no evento sem autorização para transporte e apresentação na cerimônia. Segundo o procurador federal Rafael Rocha, responsável pela ação, as investigações também mostraram que o Comando Militar da Amazônia decidiu utilizar o animal às vésperas da data do evento sem a licença e o preparo necessários. “O que o Ministério Público pretende com essa ação é evitar que situações como a ocorrida com a onça Juma venham a se repetir. Uma questão que foi apurada durante a tramitação do procedimento preparatório é que decidiram utilizar a onça na sexta-feira para um evento que aconteceria na segunda. Então devido a esse lapso temporal curto, na prática, o Exército não conseguiu seguir seu próprio protocolo de segurança”, afirmou o procurador.


Rocha acrescentou que esse protocolo previa a checagem dos equipamentos de manejo do animal. “Foi justamente uma falha nesses equipamentos que fez com que a onça conseguisse se soltar da corrente e acabou tendo que ser sacrificada”. Na ação civil pública, o MPF-AM destaca a necessidade de análise urgente da ação por parte da Justiça devido a proximidade do desfile militar de 7 de Setembro, quando o Exército costuma exibir onças. “O MPF requer em caráter liminar, ou seja, em caráter urgente que o Exército seja proibido de utilizar animais silvestres em eventos públicos sem autorização dos órgãos ambientais competentes. Por que consideramos esse pedido urgente? Por que nós queremos que a decisão já seja aplicável ao desfile deste ano”, destacou.

De acordo com o procurador, a ação também pede que o Exército seja condenado a pagar duas multas. A primeira, que não deve ser inferior a R$ 100 mil, é pela perda de um animal silvestre ameaçado de extinção. A outra indenização é de, pelo menos R$ 1 milhão, por danos morais coletivos devido à comoção nacional pela morte da onça e a repercussão internacional negativa para o país.

O MPF amazonense pede ainda na ação que o Exército regularize a manutenção de animais silvestres em cativeiro. “O que nós apuramos é que o 1° BIS [1º Batalhão de Guerra na Selva], que tinha a onça Juma como mascote, não tinha autorização para manter o animal em cativeiro e também não tem autorização para funcionar como mantenedor de animais da fauna silvestre. Então um outro pedido que o MPF formulou na ação é um pedido para que o Exército regularize todas as suas atividades com animais silvestres, mediante a obtenção de todas as licenças, permissões, e autorizações necessárias, no prazo de um ano, após o trânsito em julgado da ação, ou seja, após o término da ação”, explicou Rafael Rocha.

A ação civil pública tramita na 7ª Vara Federal. O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas ficou responsável por apurar as circunstâncias da morte da onça Juma. O Ipaam multou e autuou em R$ 40 mil três órgãos do Exército. Em nota, o instituto informou que a defesa do Exército, através do CMA, 1º BIS e CIGS chegou na semana passada à diretoria jurídica da instituição. As autuações foram recebidas pelos três órgãos no dia 18 de julho. O Ipaam disse que está analisando os argumentos para decidir sobre a manutenção da autuação em um prazo de 30 dias.

O Comando Militar da Amazônia deverá pagar R$ 5 mil por contribuir para a utilização de espécime da fauna silvestre nativa sem a autorização do órgão ambiental competente. O CIGS também foi autuado em R$ 5 mil por utilizar o animal sem a devida autorização. O 1º Batalhão de Infantaria de Selva, que era responsável pela onça, deverá pagar R$ 30 mil por transportar e manter em cativeiro o felino sem autorização e por construir e fazer funcionar mantenedouro da fauna sem a licença do órgão ambiental. A reportagem não conseguiu contato com o Exército. Da Agência Brasil.
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Patrícia Lelis é indiciada por calúnia e extorsão no caso de sequestro

Por decisão do delegado titular da 3ª DP de São Paulo, Luís Roberto Hellmeister, responsável pela investigação do suposto sequestro de Patrícia Lelis, a jovem passou de vítima a acusada. Ela foi indiciada por denunciação caluniosa e extorsão no Boletim de Ocorrência que fez contra Talma Bauer, ex-assessor do deputado pastor Marco Feliciano. A estudante acusava Bauer e mais duas pessoas de sequestro e cárcere privado. A polícia paulista faz uma apuração independente das acusações de estupro qualificado e agressão contra Feliciano. A investigação desses fatos corre em Brasília, onde teriam ocorrido e porque o parlamentar possui foro privilegiado. A polícia civil de São Paulo irá, no final do inquérito, pedir a prisão preventiva da jovem. “Ao término do inquérito vou pedir a preventiva dela”, afirmou Hellmeister. O delegado explica que, no primeiro momento, cogitou pedir a prisão temporária do assessor de Feliciano. Contudo, após ouvir novas testemunhas e obter provas que esclareciam a situação, concluiu que não houve sequestro. Foi determinante para isso as imagens da câmera do hotel onde ela estava hospedada e os vídeos onde Patrícia, Emerson e Bauer negociam o silêncio da jovem. Nesta quinta-feira (18), foram ouvidas duas novas testemunhas, incluindo Rodrigo Simonsen, ex-namorado de Patrícia. Ele contou à polícia que entre 30 de julho e 5 de agosto, dormiu quatro noites com ela em um hotel no centro de São Paulo. Foi neste período que ela afirma ter ocorrido o cárcere privado. “Ele disse que nestes quatro dias não encontrou Bauer”, esclarece o delegado. A defesa de Patrícia Lelis não foi localizada para comentar a decisão. Seus advogados haviam e pedido cinco dias para Patrícia fazer mudanças no depoimento que prestou no último dia 5
Patrícia ambiciona carreira política: 
Emerson Biazon, que aparece nos vídeos atuando como uma espécie de intermediário, usou as redes sociais para mostrar uma conversa que teve com Patrícia pelo WahtsApp. Nela, a jovem afirma que só se exporia para a imprensa por dinheiro. Ele também revelou que o objetivo dela com toda a exposição era motivado pela ambição de uma carreira na política. “Uma mulher que foi estuprada não age como agiu, me pediu favor de arrumar um emprego e ainda mentiu falando que eu disse que sou da Record, menina, seu lugar não é na cadeia e no manicômio!! Vai se tratar antes que prejudica mais pessoas sua louca! E ainda me fala dentro carro que depois dessa exposição na mídia vai sair a candidata a deputada?”, escreveuCom informações de Estadão
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Aliados de Feliciano acreditam que ele pode ser preso após denúncias de assédio

Aliados evangélicos do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) acreditam que as denúncias de tentativa de estupro e agressão, feitas pela estudante de jornalismo Patrícia Lélis contra ele, podem levar o parlamentar à prisão nos próximos dias. A informação é da coluna Radar On-line, da revista Veja. Nesta segunda, chegou a circular a informação de que ele seria afastado da liderança do partido até que a investigação do caso fosse concluída. O PSC, no entanto, decidiu mantê-lo na função no dia seguinte. Do BN.
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Conselho de Ética espera queixa para investigar Feliciano por suposto estupro

Presidente do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, José Carlos Araújo (PR-BA) afirmou que aguarda a Mesa Diretora da Casa ou algum partido político ingressar com uma representação contra o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), acusado de estupro pela estudante de jornalismo Patrícia Lélis.

“Eu, como presidente, tenho que esperar a representação de algum partido ou da Mesa. Fora isso, o conselho não se pronuncia”, afirmou, ao Bocão News.

Nesta quarta-feira (10), deputadas de diferentes partidos apresentaram representação ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pedindo que o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) seja investigado pelo Conselho de Ética da Casa.

A petição foi assinada por 22 deputadas e apoiada por entidades representativas. A partir de agora, segue para a Corregedoria da Casa, que posteriormente retorna o pedido ao presidente, para que ele finalmente encaminhe ao Conselho de Ética.
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Vice-prefeito de São Bernardo, Frank Aguiar tem prisão decretada pela Justiça

O cantor Frank Aguiar, que também atua como vice-prefeito da cidade de São Bernardo do Campo, localizada na região metropolitana de São Paulo, teve a prisão decretada pela Justiça devido a um processo movido por Andréa César por não ter efetuado o pagamento da pensão alimentícia, benefício esse concedido para Luma Aguiar, uma das filhas do artista piauiense. Segundo notícia publicada no blog da jornalista Fabíola Reipert, no portal R7, o valor exigido pelo processo jurídico movido por Andréa gira em torno de quase R$ 70 mil. Ainda conforme a colunista, a Justiça teria decretado 30 dias corridos de prisão.

Frank Aguiar confirmou a situação e se defendeu, alegando que sempre ofereceu o “bom e o melhor” para sua filha, sem pedir nada em troca. O artigo, que neste ano não concorrerá nas eleições municipais de São Bernardo, declarou que fará o pagamento dos “milhares exigidos no processo”, evitando a prisão, mas disse que a Justiça está sendo cega e ingrata para com a situação vivida por ele.

Desabafo
Segundo depoimento de Frank Aguiar, a filha Luma não queria que o processo chegasse a esse ponto. O cantor alega que foi a mãe da jovem que levou a questão adiante culminando agora no pedido de prisão do artista. O artista afirmou o dinheiro devido será pago e que perdoou a decisão de Luma por acreditar que tudo foi feito com amor em nome da família. O cantor não deu detalhes sobre quando efetuará o pagamento da pensão atrasada, mas o mesmo deverá ser feito ainda nesta semana para evitar qualquer contratempo maior. Redação do Blasting News.
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Réus do processo da Boate Kiss vão a júri popular por acidente que matou 242 pessoas

Os quatro acusados de ser responsáveis pelo incêndio na Boate Kiss serão julgados pelo Tribunal do Júri. A decisão foi proferida nesta quarta-feira (27) pelo juiz Ulysses Fonseca Louzada, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Santa Maria, cidade da região central do Rio Grande do Sul onde ocorreu o incêndio, em janeiro de 2013. Sete jurados vão decidir se Elissandro Callegaro Spohr, Mauro Londero Hoffmann, Marcelo de Jesus dos Santos e Luciano Augusto Bonilha Leão são culpados ou inocentes das acusações apontadas pelo Ministério Público Estadual (MPE-RS). Spor e Hoffmann eram sócios da boate, enquanto Santos e Leão integravam a banda que se apresentava na casa na noite do incêndio. Os quatro são acusados de homicídio duplamente qualificado, consumado contra as 242 vítimas, e tentado contra mais 636 pessoas que estavam na boate. Na decisão de 195 páginas, o juiz Louzada afirma que há indícios suficientes de que os acusados tenham agido conforme denunciado pelo MPE-RS. Ainda não há data para o julgamento do Tribunal do Júri.
O incêndio - Na madrugada de 27 de janeiro de 2013, uma festa universitária estava sendo realizada na Boate Kiss, no centro de Santa Maria. Durante a apresentação da banda Gurizada Fandangueira, um dos fogos de artifício usados pelo grupo atingiu a espuma usada para isolamento acústico da casa. O fogo se espalhou e liberou uma fumaça tóxica, que tomou conta da boate. O incêndio causou a morte de 242 pessoas, a maioria por asfixia, e feriu 636. (Agência Brasil)
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MPF aponta Lyra como 'laranja' de Eduardo Campos

As provas apresentadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, relator da Lava Jato, que veio à tona pela PF de Pernambuco, apontam que o empresário João Carlos Lyra, beneficiário do dinheiro desviado da construtora Camargo Corrêa, na refinaria Abreu e Lima, era “laranja” do ex-governador Eduardo Campos, morto em agosto de 2014, em meio à campanha presidencial, na queda de um avião, em Santos, São Paulo. Segundo publicado pelo Blog do Jamildo, as investigações do MPF e Polícia Federal dão conta que a referida operação esteve relacionada ainda com a campanha de reeleição de Campos ao governo de Pernambuco, em 2010. Lyra foi reconhecido pelos ex-empregados da construtora Camargo Corrêa, Gilmar Pereira Campos e Wilson da Costa, como sendo o encarregado de entregar a propina devida por aquela empreiteira ao ex-governador Eduardo Campos e ao senador Fernando Bezerra Coelho em virtude das obras da refinaria Abreu e Lima.
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Moro nega pedido para se declarar impedido de atuar em processos sobre Lula

O juiz federal Sérgio Moro decidiu nesta sexta-feira (22) que vai continuar na condução dos processos que envolvem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O juiz negou pedido da defesa de Lula para se declarar impedido para julgar as causas. Na mesma decisão, Moro disse que a opinião pública tem papel importante para prevenir “interferências indevidas” em processos que envolvem acusados poderosos. Na petição, os advogados de Lula alegaram que Moro não poderia julgar o caso por ter escrito um artigo acadêmico em 2004, no qual se manifestou a favor da importância da opinião pública nas investigações contra políticos. Além disso, a defesa afirmou que o juiz participou de eventos políticos e que teria declarado,  em um jantar com advogados do Paraná, que Lula “seria condenado até o fim do corrente ano”. Na decisão, Moro negou que tenha comparecido a eventos políticos e afirmou que “falta  seriedade” aos advogados para justificar o pedido de suspeição da causa. Sobre a questão da opinião pública, o juiz informou que o fato é uma mera constatação, que não gera causa de suspeição. “O que este julgador tem afirmado reiteradamente é que o papel do juiz é julgar com base em fatos, provas e na lei, mas que a opinião pública é importante para prevenir interferências indevidas em processos judiciais que envolvem investigados ou acusados poderosos política ou economicamente”, justificou. Sobre a quebra de sigilo do telefone fixo do escritório de advocacia de Roberto Teixeira, advogado do ex-presidente, Moro afirmou que a medida foi legal e que Teixeira está na condição de investigado e não de advogado, fato que impediria o grampo, de acordo com as prorrogativas profissionais. “Se o advogado, no caso Roberto Teixeira, se envolve em condutas criminais, no caso suposta lavagem de dinheiro por auxiliar o ex-presidente na aquisição com pessoas interpostas do sítio em Atibaia, não há imunidade à investigação a ser preservada, nem quanto à comunicação dele com seu cliente também investigado”, acrescentou o juiz. Em nota, a defesa de Lula declarou que Moro, ao se recusar em se declarar impedido, comete atentado contra a Constituição e aos tratados internacionais, que garantem julgamentos por juiz imparciais. “A defesa apresentada por Moro, todavia, apenas deixou ainda mais evidente sua parcialidade em relação a Lula, pois a peça: (a) acusa; (b) nega, de forma inconsistente, as arbitrariedades praticadas; (c) faz indevidos juízos de valor; e, ainda, (d) distorce e ignora fatos relevantes”, destacou a defesa. Sobre o grampo realizado no escritório de advocacia, Roberto Teixeira declarou que o juiz usa sua função para atacá-lo. “É ridículo o argumento usado por Moro para me atribuir – sem a existência sequer de uma acusação formal do Ministério Público – a prática de ato criminoso. [...]Moro, ao que parece, pretende, em verdade, incriminar os advogados que se opõem às arbitrariedades por ele praticadas na condução da Operação Lava Jato e que são encobertas por alguns setores da imprensa em troca da notícia fácil”, concluiu Teixeira. BN
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Edílson pode pagar parcela de R$ 30 mil de dívida para deixar prisão

A defesa do ex-jogador de futebol Edílson “Capetinha” afirmou que o baiano deve quitar três parcelas atrasadas da dívida de R$ 430 mil em pensão alimentícia que o levou a ser preso no sábado (16). O valor estimado é em cerca de R$ 30 mil. O advogado Thiago Phileto informou que vai pedir a liberdade do ex-atacante.
Até a tarde desta segunda (18), a dívida ainda não havia sido quitada. A defesa de Edílson disse também que vai pedir a redução do valor mensal de R$ 8,8 mil pago pelo ex-jogador, pois ele não teria condições financeiras de arcar com a despesa. Entendemos que o valor está fora do que deve ser previsto”, disse Phileto em entrevista ao G1. Ainda segundo o advogado, o ex-atacante, que está sozinho em uma cela na Delegacia de Polícia Especializada da Polícia Civil do Distrito Federal, está “tranquilo” e acredita na liberdade.
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Justiça manda bloquear WhatsApp mais uma vez

A Justiça do Rio de Janeiro decidiu que o WhatsApp seja bloqueado em todo o Brasil. A informação foi divulgada pela GloboNews nesta terça-feira (19). Se acordo com o noticiário da TV, as empresas de telefonia foram notificadas após o Facebook se recusar a cumprir uma decisão judicial para fornecer informações para uma investigação policia.

Essa não é a primeira vez que a Justiça pede a suspensão do acesso ao aplicativo no Brasil. A última vez que isso aconteceu foi no mês de maio de 2016, quando as operadoras de telefonia fixa e móvel foram obrigadas a bloquear o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp em todo o país por 72 horas.

Outro bloqueio ocorreu em dezembro de 2015, quando a Justiça de São Paulo ordenou que as empresas impedissem a conexão por 48 horas em represália ao WhatsApp ter se recusado a colaborar com uma investigação criminal. O aplicativo ficou inacessível por 12 horas e voltou a funcionar por decisão do Tribunal de Justiça de SP.
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Edilson, o “Capetinha”, é preso em Brasília

O ex-atacante Edilson, o “Capetinha”, pentacampeão mundial de futebol pela Seleção Brasileira, com passagens pelo Corínthians, Flamengo, Bahia, Vitória, entre outros grandes clubes, está, de novo, envolvido com problemas na justiça. Ele foi preso neste sábado (16) por deixar de pagar R$ 430 mil em pensão de alimentos.

A prisão do ex-atleta baiano aconteceu no Aeroporto Internacional JK, em Brasília, por agentes da polícia civil que o conduziram ao Departamento de Polícia Especializada do DF. Ao G1, a Polícia Civil disse que não poderia dar maiores informações sobre a ação que corre em segredo de justiça.

Em setembro do ano passado Edilson também foi investigado sob suspeita de fraudes no pagamento de prêmios de loterias da Caixa Econômica Federal. Na época, agentes da Polícia Federal apreenderam computadores e outros documentos casa de Edilson, que negou envolvimento com o esquema investigado. Do G1.
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Ratinho é condenado por trabalho análogo ao de escravos em fazenda

O apresentador do SBT, Carlos Roberto Massa, conhecido como ‘Ratinho’, foi condenado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) de manter trabalhadores de uma propriedade rural em que era dono em situação análoga ao de escravos. De acordo com o TST, ele deverá pagar uma multa de R$ 200 mil por danos morais coletivos, pois deixou de fornecer equipamentos de proteção e locais adequados para as refeições dos empregados da Fazenda Esplanada, em Limeira do Oeste. O apresentador, que também é produtor rural, é um dos principais fornecedores de cana de açúcar para uma empresa da cidade.

O G1 entrou em contato por telefone com a assessoria de comunicação de Ratinho, que disse que devido a um problema de voz, o apresentador não teria condições de falar com a reportagem, mas enviou nota oficial em que afirma que já recorreu da decisão.
Ainda de acordo com o TST, os empregados da propriedade rural em Minas Gerais se alimentavam na lavoura e nos banheiros. Carlos Massa também foi acusado pelo aliciamento de pessoas do Maranhão e da Bahia, sem adotar procedimentos legais para a contratação.

Condenação milionária

Ratinho já havia sido condenado na mesma ação pela Justiça do Trabalho de Minas Gerais, ao pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos, após o Ministério Público do Trabalho (MPT) em Uberlândia ter ajuizado uma Ação Civil Pública (ACP) contra ele.
O fazendeiro recorreu e conseguiu excluir o dano, mas o MPT foi ao TST, apontou violação de artigos e leis, além de divergência jurisprudencial e os ministros aceitaram o recurso.

“Não restam dúvidas da conduta ilícita praticada pelo empregador, causando prejuízos a certo grupo de trabalhadores e à própria ordem jurídica, cuja gravidade dos fatos e do ato lesivo, impõe o reconhecimento do dano moral coletivo”, finalizou a ministra relatora, Dora Maria da Costa.

A reportagem também entrou em contato por e-mail com o procurador que atuou na ação, Eliaquim Queiroz, para mais detalhes sobre o caso e aguarda retorno.


Defesa
Em nota enviada nesta tarde ao G1, Carlos Roberto Massa confirmou que não é mais proprietário da Fazenda em Limeira do Oeste, desde abril/2010, que foi mesmo réu de ação pública naquele ano e que “embora tenha havido condenação na referida ação em indenização por dano moral coletivo em 1ª instância, ela foi totalmente excluída da condenação em 2ª instância”.

Ainda conforme a nota, esta decisão de 2ª instância excluiu da condenação a indenização por dano moral coletivo porque restou demonstrado que não havia trabalho em condições análogas à de escravo, mas apenas o descumprimento da não concessão do intervalo intrajornada na íntegra e inexistência de local apropriado na lavoura para refeições; não fornecimento de equipamentos de proteção individual em número suficiente e em condições de uso e contratação de mão-de-obra através de intermediadores.

Segundo email da assessoria de Ratinho, a ação encontra-se no Tribunal Superior do Trabalho, que entendeu que “não existiu trabalho em condição análoga à de escravo, mas restabeleceu a condenação no pagamento de indenização por dano moral coletivo, no valor R$ 200 mil em razão do suposto descumprimento dos aspectos da legislação indicados no item 4”.

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Ratinho é condenado por trabalho análogo ao de escravos em fazenda

O apresentador do SBT, Carlos Roberto Massa, conhecido como ‘Ratinho’, foi condenado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) de manter trabalhadores de uma propriedade rural em que era dono em situação análoga ao de escravos. De acordo com o TST, ele deverá pagar uma multa de R$ 200 mil por danos morais coletivos, pois deixou de fornecer equipamentos de proteção e locais adequados para as refeições dos empregados da Fazenda Esplanada, em Limeira do Oeste. O apresentador, que também é produtor rural, é um dos principais fornecedores de cana de açúcar para uma empresa da cidade.

O G1 entrou em contato por telefone com a assessoria de comunicação de Ratinho, que disse que devido a um problema de voz, o apresentador não teria condições de falar com a reportagem, mas enviou nota oficial em que afirma que já recorreu da decisão.
Ainda de acordo com o TST, os empregados da propriedade rural em Minas Gerais se alimentavam na lavoura e nos banheiros. Carlos Massa também foi acusado pelo aliciamento de pessoas do Maranhão e da Bahia, sem adotar procedimentos legais para a contratação.

Condenação milionária

Ratinho já havia sido condenado na mesma ação pela Justiça do Trabalho de Minas Gerais, ao pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos, após o Ministério Público do Trabalho (MPT) em Uberlândia ter ajuizado uma Ação Civil Pública (ACP) contra ele.
O fazendeiro recorreu e conseguiu excluir o dano, mas o MPT foi ao TST, apontou violação de artigos e leis, além de divergência jurisprudencial e os ministros aceitaram o recurso.

“Não restam dúvidas da conduta ilícita praticada pelo empregador, causando prejuízos a certo grupo de trabalhadores e à própria ordem jurídica, cuja gravidade dos fatos e do ato lesivo, impõe o reconhecimento do dano moral coletivo”, finalizou a ministra relatora, Dora Maria da Costa.

A reportagem também entrou em contato por e-mail com o procurador que atuou na ação, Eliaquim Queiroz, para mais detalhes sobre o caso e aguarda retorno.


Defesa
Em nota enviada nesta tarde ao G1, Carlos Roberto Massa confirmou que não é mais proprietário da Fazenda em Limeira do Oeste, desde abril/2010, que foi mesmo réu de ação pública naquele ano e que “embora tenha havido condenação na referida ação em indenização por dano moral coletivo em 1ª instância, ela foi totalmente excluída da condenação em 2ª instância”.

Ainda conforme a nota, esta decisão de 2ª instância excluiu da condenação a indenização por dano moral coletivo porque restou demonstrado que não havia trabalho em condições análogas à de escravo, mas apenas o descumprimento da não concessão do intervalo intrajornada na íntegra e inexistência de local apropriado na lavoura para refeições; não fornecimento de equipamentos de proteção individual em número suficiente e em condições de uso e contratação de mão-de-obra através de intermediadores.

Segundo email da assessoria de Ratinho, a ação encontra-se no Tribunal Superior do Trabalho, que entendeu que “não existiu trabalho em condição análoga à de escravo, mas restabeleceu a condenação no pagamento de indenização por dano moral coletivo, no valor R$ 200 mil em razão do suposto descumprimento dos aspectos da legislação indicados no item 4”.

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"Há apenas indícios, ninguém viu o estupro", diz delegada

A delegada Cristiana Bento, da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), informou que há indícios que provam o suposto abuso sexual cometido pelo pastor Felipe Heiderich contra seu enteado, de 5 anos. No entanto, segundo ela, não há provas cabais. "Efetivamente, ninguém viu o estupro. A prova que temos são relatos testemunhais. Trabalhamos apenas com indícios, e não com provas cabais", esclarece Cristiana. De acordo com a delegada, os relatos testemunhais de três babás que trabalham com a família, os laudos psicológicos e psiquiátricos da criança e o depoimento de Bianca Toledo, mãe da vítima, serviram de base para a definição das investigações. Segundo informações do Extra, a equipe da DCAV também analisou o celular e o computador de Felipe, mas não encontrou novas provas. (Noticias ao Minuto)
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Brasileira pode ser extraditada e condenada à morte nos EUA

Uma brasileira suspeita de matar o marido, o ex-piloto da Aeronáutica norte-americano Karl Hoerig, está prestes a ser extraditada para ser condenada à morte ou à prisão perpétua nos Estados Unidos. De acordo com o site Consultor Jurídico, a decisão sobre a extradição da contadora Claudia Sobral está nas mãos do Supremo Tribunal Federal (STF). Claudia Sobral está presa em Brasília desde abril deste ano, à disposição do governo americano. Segundo a publicação, este pode ser o primeiro caso de extradição de brasileiro nato desde a Proclamação da República, em 1889. Os governos brasileiro e americano entendem que Claudia não é mais brasileira, embora tenha votado nas eleições de 2010 e de 2014. Ela nasceu no Rio de Janeiro em 1964. Mas se naturalizou americana em 1999. Isso, de acordo com o Ministério da Justiça, significou que ela abriu mão da naturalidade brasileira. Na última quinta-feira (7), os atuais advogados de Claudia enviaram uma petição ao ministro do STF, Luís Roberto Barroso, para que a extradição seja arquivada. Segundo eles, porque brasileiros natos não podem perder a nacionalidade brasileira, a não ser se fizerem pedido expresso à autoridade consular brasileira. Depois porque o Supremo usurpou a competência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para julgar o caso. O Supremo ainda não se pronunciou sobre o assunto. A defesa também reclama de não poder recorrer da decisão da 1ª Turma: três meses depois do julgamento, o acórdão ainda não foi publicado, o que impossibilita qualquer recurso. O americano Karl Hoerig foi morto a tiros em março de 2007.
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Pastor acusado de pedofilia contra o enteado de 5 anos vai responder em liberdade

O pastor Felipe Heiderich, acusado de crime de pedofilia contra o enteado de 5 anos, vai responder em liberdade. Ele se encontrava em sistema de prisão temporária e como o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) não pediu a conversão em prisão preventiva o pastor será liberado. “Havia sido decretada a prisão temporária do acusado, que só vale durante a fase de inquérito. A partir do momento que o Ministério Público ofereceu a denúncia, o inquérito foi encerrado. Ressalto que o MPRJ não pediu a prisão preventiva, mas somente medidas cautelares”, informou o juiz Paulo Cézar Vieira de Carvalho Filho, titular da 17ª Vara Criminal da Capital.

Felipe Heiderich, está proibido de se aproximar da mulher, a pastora Bianca Toledo e do filho dela de 5 anos. Felipe também será monitorado por tornozeleira eletrônica. “Determinei o monitoramento eletrônico e que o réu fique proibido de se aproximar da criança e da mãe”, explicou o magistrado em decisão divulgada nesta sexta (8). Felipe estava preso na Cadeia Pública José Frederico Marques (Bangu 10), no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Da Agência Brasil.
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Justiça espanhola arquiva processo contra o atacante Neymar

O juiz José de la Mata arquivou nesta, sexta-feira (8), o processo contra Neymar Jr. na Justiça espanhola pelos crimes de corrupção e fraude.

A ação ainda envolvia o pai do atacante, Neymar da Silva, que administra os direitos do jogador, e o presidente do Barcelona, Sandro Rosel, pela suposta fraude ao fundo brasileiro DIS.

O magistrado considerou que as condutas denunciadas não se encaixam em um procedimento penal, além de que, a contratação do atacante pelo clube espanhol não afetou a livre concorrência entre clubes. Do Bocão News.
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Messi é condenado a 21 meses de prisão por sonegação de impostos

Lionel Messi e seu pai, Jorge, foram condenados a 21 meses de prisão por fraude fiscal. A decisão veio nesta quarta-feira, durante audiência em Barcelona, de acordo com o jornal catalão "El Periódico". Como não tem antecedentes criminais e a pena é inferior a 24 meses, Messi e seu pai não precisarão cumprir o período de punição dentro da prisão. Segundo a Justiça da Espanha, o jogador poderá pedir por uma espécie de 'troca'. Com isso, seu período de detenção seria substituído por uma multa em dinheiro. Além disso, Messi foi multado em 2 milhões de euros (R$ 7,3 milhões) pelo fisco espanhol. O atacate argentino foi julgado por ter sonegado mais de 4 milhões de euros (R$ 14,6 milhões) em direitos de imagem relativos aos anos de 2007, 2008 e 2009. Ainda de acordo com o fisco, Messi ocultou impostos criando empresas de fachada em países como Uruguai, Belize, Suíça e Grã-Bretanha. A sentença foi divulgada nesta quarta e poderá ser recorrida no Supremo Tribunal da Catalunha. Além de Messi, Mascherano - condenado a um ano de prisão -, Neymar e Daniel Alves foram outros jogadores que tiveram problemas com o fisco catalão em tempos recentes.
Através de nota, o Barcelona demonstrou apoio ao seu camisa 10:
"O FC Barcelona expressa todo seu apoio a Leo Messi e seu pai, em relação à condenação por fraude fiscal que lhes foi ordenada pela Audiência Provincial de Barcelona. O clube, em concordância com o critérios expressado pelo Ministério Fiscal, considera que o jogador, que já regularizou sua situação com a Agência Tributária espanhola, não tem nenhum tipo de responsabilidade penal em relação com os fatos deste procedimento. O FC Barcelona continua à disposição de Leo Messi e de sua família, para apoiá-lo em todas as iniciativas que decida tomar na defesa de sua honra e legítimos interesses."
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Justiça bloqueia R$ 19,5 milhões do Facebook por Whatsapp não cooperar com investigações

A Justiça Federal de Londrina, no Paraná, determinou o bloqueio de R$ 19,5 milhões das contas do Facebook, dono do aplicativo Whatsapp, por descumprir uma decisão judicial. De acordo com informações noticiadas em alguns sites brasileiros, o Whatsapp teria se recusado a liberar dados de mensagens de traficantes investigados pela Polícia Federal na operação Quijarro. A operação foi deflagrada na última quarta-feira (29), pela Polícia Federal, em três estados e prendeu uma organização criminosa de tráfico internacional de drogas. A decisão atinge o Facebook porque o Whatsapp não tem conta bancária nem representante legal no Brasil. O aplicativo já foi bloqueado por duas vezes no país, sob acusação de não colaborar com investigações criminais. A decisão, desta vez, não bloqueia o serviço para os usuários, e o valor bloqueado é referente a multas não pagas pelo aplicativo. O WhatsApp, nas duas vezes em que o aplicativo ficou impedido de funcionar, informou que não armazena conversas dos usuários e que não tem como entregar dados à Justiça. Desde o mês de abril, as conversas no Whatsapp são criptografadas, para que as mensagens sejam acessadas apenas pelo remetente e o destinatário.
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Justiça derruba restrição do uso de aviões da FAB por Dilma Rousseff

A Justiça Federal no Rio Grande do Sul autorizou a presidente afastada Dilma Rousseff a usar aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) fora do trajeto entre Porto Alegre e Brasília, de acordo com informações publicadas pelo G1. De acordo com decisão publicada na tarde desta quinta-feira (23), a juíza Daniela Cristina de Oliveira Pertile, da 6ª Vara Federal de Porto Alegre, acolheu ação da petista pedindo a ilegalidade de um parecer da Casa Civil que a proibia, entre outras coisas, do uso de aeronaves cedidas pela Força Aérea Brasileira (FAB) se não fosse para até a capital gaúcha, onde reside. Segundo o site, a magistrada concordou com o direito ao deslocamento de Dilma a Porto Alegre e aos locais que ela considerar necessários à sua defesa no processo de impeachment, destacando a necessidade de segurança pessoal, o que impossibilitaria o uso de aviões comerciais. No entanto, determinou que a presidente afastada faça o ressarcimento dos gastos com as viagens, conforme artigo 76 da Lei n° 9.504/97. A ação pedia ainda que não houvesse restrições do uso das residências oficiais, e que não ocorresse alteração da nomenclatura do nome do gabinete pessoal da presidente da República. Além disso, pedia que não ocorresse redução de sua equipe. A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto informou que o governo vai, inicialmente, acatar a decisão da Justiça, mas ainda não conhece o inteiro teor. Segundo a assessoria, só depois de ter acesso à decisão completo que o governo analisará se cabe algum recurso.
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