Estabilidade social
Na família Sousa serão R$ 40 a mais para ajudar na compra do material escolar e nas contas de casa. “Esse aumento vai ajudar muito mesmo. O custo de vida hoje está muito caro. A cesta básica está um preço absurdo”, afirmou. Desempregado há dois anos, Sousa trabalhava como motorista em uma empresa que abriu falência. Atualmente, ele sustenta a esposa e os três filhos com bicos de motorista. A esposa, Maria Cristina Sousa, 47, é diarista e também está com dificuldades para conseguir emprego. “Moramos eu, minha esposa e meus três filhos em uma casinha de aluguel. A renda dos bicos chega a R$ 600. Só com o aluguel a gente gasta R$ 350", relatou. Ana Alice de Souza Valentim, 24 anos, decidiu mudar sua vida pelo estudo. Beneficiária do Bolsa Família, ela recebe R$ 155 que ajuda a pagar o curso de pós-graduação em Ciência Forense. Neste mês de julho, ela e o marido passarão a receber R$ 171 do programa. “Esse aumento, mesmo pouco, vai ser muito bom para os meus estudos. Quero logo me formar, passar em um concurso, para não precisar mais dele”, ressaltou. Ana e o marido, Ezequias Calixto, moram em Brasília (DF). Casados há quatro anos, os dois estão desempregados no momento. As vezes que trabalham na feira livre do bairro, o casal chega a receber R$ 70 por dia de trabalho. “Não conseguimos fazer muita coisa, e o Bolsa Família também ajuda nos gastos da casa, nos dá estabilidade.”
Pagamento
Para saber o dia em que o recurso estará disponível para saque, o beneficiário precisa observar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS), impresso no seu cartão. Para cada final, há uma data correspondente por mês, que indica o primeiro dia em que a família poderá fazer a retirada do dinheiro. O valor fica disponível para saque por 90 dias. (Noticias ao Minuto)















